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Regulação da inteligência artificial avança e redefine o nível de responsabilidade das empresas

O avanço do Projeto de Lei nº 2.338/2023, aliado à proposta de criação de um sistema nacional de governança para inteligência artificial, indica uma mudança relevante no ambiente regulatório brasileiro. A tendência é a construção de um modelo mais estruturado, com definição de diretrizes estratégicas e coordenação institucional, incluindo a atuação de órgãos responsáveis por orientar e supervisionar o uso da tecnologia no país. 

O texto em discussão também propõe a classificação dos sistemas de IA por níveis de risco, com exigências proporcionais à sua complexidade e impacto. Aplicações consideradas de alto risco deverão atender a critérios mais rigorosos, como supervisão humana, transparência e auditabilidade, enquanto determinadas utilizações poderão ser restringidas em razão de potenciais impactos a direitos fundamentais. 

Para os especialistas do escritório Damha Filho Sociedade de Advogados, o tema exige uma mudança na forma como as empresas incorporam tecnologia em suas operações. “A adoção de inteligência artificial passa a demandar não apenas eficiência, mas também governança, controle e clareza sobre os processos decisórios envolvidos.” 

Nesse contexto, a discussão deixa de ser exclusivamente tecnológica e passa a integrar a agenda jurídica e estratégica das empresas. A estruturação adequada do uso de IA, com definição de responsabilidades, políticas internas e critérios de controle, tende a ser determinante para reduzir riscos e garantir segurança na utilização dessas ferramentas.  

Entenda mais sobre o assunto em: 

https://www.gov.br/gestao/pt-br/assuntos/noticias/2025/dezembro/pl-do-governo-propoe-sistema-de-governanca-para-a-inteligencia-artificial-no-pais 

https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157233 

https://www.contabeis.com.br/noticias/75854/ia-explicavel-pl-avanca-no-brasil-e-traz-transparencia/

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